Welcome to Naples!
De Lisboa, voámos para Barcelona, e de Barcelona para Roma. Chegados a Roma, três das quatro malas de porão estavam desaparecidas. O caos instalou-se. De Roma para Nápoles, fomos de autocarro juntamente com os sete egípcios que participaram no projecto. A viagem até Nápoles durou o dia todo, e para quem acordou às 5.30h da manhã e, no final do dia, não tinha mala, bem, devem perceber mais ou menos a sensação. A minha opinião sobre a primeira impressão que tive de Itália? Do aeroporto de Roma até Nápoles, senti-me como em Portugal, especialmente na auto-estrada. Conhecem a estação de comboios de Coina, junto da Decathlon? Passei por uma Decathlon e senti que estava a passar por Coina! Quando cheguei a Nápoles, a primeira impressão foi que a cidade sofria de um TRÁFEGO INSUPORTÁVEL! E sim, em Nápoles os motociclistas conduzem sem capacete. Cheguei a ver quatro pessoas (das quais uma criança) em cima de uma scooter, uma criança com menos de catorze anos a conduzir sozinha, carros e motas a passar o vermelho, e a Polícia a ver, sem nada a apontar. Esta é a primeira impressão de Nápoles. A segunda é a de se viver no meio da sujidade. Para quem não sabe, Nápoles passou por uma situação crítica, quando o lixo da cidade ficou acumulado nas ruas por três meses, devido a disputas políticas, à corrupção e aos interesses económicos da máfia italiana (sim, Nápoles é a cidade da máfia), e para acabar com o problema, foi necessário enviar soldados e camiões militares. E, mesmo assim, continua a
haver muito lixo nas ruas.
Mas claro, Nápoles não tem só aspectos negativos. As pizzas são deliciosas! A Margarita é a mais simples, e para quem pensa (como eu pensava!) que quantos mais ingredientes, melhor, então ainda não provou esta pizza. Esta pizza pertencia ao meu amigo, Elias (I miss you!), pois neste dia comi uma margarita, mas com cogumelos.
Por hoje é isto.
Divirtam-se! Ciao!
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